Infelizmente no Brasil cerca de 84 bilhões de reais são consumidos pela corrupção por ano, de quem é a responsabilidade por tal situação? Quem se beneficia com esse rombo no dinheiro público?
Não podemos aceitar tal situação, porque;
Se temos problemas com energia elétrica a culpa é do povo porque não sabe usar a eletricidade;
Se falta água a culpa é do povo que não faz seu uso de forma racional;
Se temos enchente é porque o povo joga lixo nas ruas;
Se existe poluição a culpa é das pessoas que não se preocupam com o meio ambiente;
Se existe inflação é porque não sabemos gastar dinheiro;
Se existe político corrupto é porque não sabemos escolher bem nossos representantes;
Se roubam dinheiro público é porque todo mundo rouba;
84 bilhões de reais daria para construir centenas de hospitais, escolas, creches, fazer investimentos em energia elétrica, saneamento básico, água, esgoto, fiscalização da mata amazônica, acabar com a fome no país, investir na infância, adolescência, na mulher, no idoso, daria para melhorar a segurança pública e muito mais.
A corrupção consome mais que os investimentos governamentais em qualquer área no Brasil.
E a culpa dizem, não é dos ladrões e sim da população, mais ou menos como dizer que se você for assaltado, quem deve ser preso e julgado é você.
Pensam que não sabemos pensar, que podemos ser enganados com esse discurso infame.
Acredito que está chegando a hora de pessoas honestas assumirem o lugar dos políticos corruptos, os eleitores já estão pensando seriamente em votar em pessoas com histórico de honestidade.
Mais do que isso, é necessário uma legislação que transforme corrupção e roubo de dinheiro público em crime hediondo, com cadeia obrigatória, pois esse crime é responsável pela morte de milhares de brasileiros por falta de investimento em saúde, educação, habitação, saneamento e etc.
Enquanto esses criminosos levam seus filhos para estudar fora do país, comem nos melhores restaurantes do mundo, viajam, se divertem, contratam segurança particular, muitos brasileiros crescem desnutridos, sem acesso a educação, enfrentam filas em hospitais, vivem em baixo de pontes são humilhados e tratados como invasores do espaço público. Eles são assaltantes do dinheiro público e ficam impunes.
A classe média paga o maior imposto do mundo, cobrado diretamente do seu salário, para sustentar tais orgias com o dinheiro nas cuecas e caindo dos bolsos. Precisamos reagir.
Colocar a culpa na população é o mais deslavado cinismo.
Temos que colaborar, fazendo uso racional de energia, contribuir para melhorar a poluição e o meio ambiente e escolher melhor nossos representantes, é claro. Não podemos fugir de nossas responsabilidades.
Os responsáveis pela morte de fome, doenças e falta do mínimo de infra-estrutura para uma vida digna devem ser punidos exemplarmente com cadeia, sem direito a processos que duram a vida toda para concluir. A impunidade mantém essa situação, os honestos são cooptados e em pouco tempo começam fazer parte dessas quadrilhas crentes de que não serão penalizados.
Vamos nos preparar para uma grande virada, vamos nos unir e lutar para que os próximos anos sejam de luz e harmonia, nós merecemos um futuro melhor de solidariedade e fraternidade.
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Política. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 1 de março de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
MEDICALIZAÇÃO DOS PROBLEMAS SOCIAIS E DA EDUCAÇÃO
Chega às crianças e adolescentes a transformação de problemas sociais e educacionais em doenças, com o objetivo de individualizar questões coletivas, controlar e silenciar a sociedade.
Há algum tempo a biologização de questões psicológicas, são divulgadas como verdades científicas, resultando em intervenções invasivas nos indivíduos. Exemplo disso são o recorde de venda de medicações, especialmente as psicoativas.
A lógica biologizante leva a população a acreditar que o ser humano não passa de uma máquina, e basta trocar peças ou utilizar uma medicação que faça funcionar melhor as engrenagens e tudo ficará bem. Temos até a pílula da felicidade.
Relações familiares muitas vezes comprometidas com conflitos, dificuldade em assunção e adjudicação de funções de pai, mãe e filho, problemas em compatibilizar trabalho, lazer e vida familiar e questões sociais graves referentes a moradia, trabalho, saneamento,lazer e cultura, são individualizadas nos adultos através de patologias como ansiedades, medos, depressões, crises de pânico e insônia, com a proposta de serem controladas através de medicações psicoativas ao invés de luta pelos direitos básicos do homem.
Em relação educação, as vítimas da patologização de questões sociais comunitárias são as crianças e os adolescentes?
Salas de aulas lotadas, escolas com instalações em condições precárias, professores sem a devida valorização e motivação. Politicas educacionais voltadas a produtividade e massificação no lugar de uma pedagogia libertadora são questões reduzidas a patologias individuais denominadas como problemas de aprendizagem.
Pseudodoenças como "Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade" ou "Dislexia", com prevalência de até 15% da população estudantil, passível de tratamento medicamentoso, mesmo na mais tenra idade e nos primeiros anos de escola.
Quem ganha com isso?
Precisamos discutir políticas públicas na área de educação, reinvidincar ensino público de qualidade e não setenciar nossos filhos com diagnósticos e prognósticos, vamos garantir a singularidade de nossas crianças e adolescentes, para que tenham um futuro de sucesso e uma vida criativa.
Pais, profissionais de saúde e educação, conselhos profissionais, sindicatos, políticos, vários movimentos populares e pessoas físicas estão preocupados com esta situação, organizados no Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, participe também.
Você pode conseguir maiores informações no site do CRPSP abaixo;
http://www.crpsp.org.br/portal/boletim/
Aproveite para assinar o Manifesto de Lançamento do "Fórum sobre a Medicalização da Educação e da Sociedade".
Para aprofundar a discussão leia:
Medicalização de Crianças e Adolescentes "conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doenças de indivíduos" Conselho Regional de Psicologia SP - Editora Casa do Psicólogo
Há algum tempo a biologização de questões psicológicas, são divulgadas como verdades científicas, resultando em intervenções invasivas nos indivíduos. Exemplo disso são o recorde de venda de medicações, especialmente as psicoativas.
A lógica biologizante leva a população a acreditar que o ser humano não passa de uma máquina, e basta trocar peças ou utilizar uma medicação que faça funcionar melhor as engrenagens e tudo ficará bem. Temos até a pílula da felicidade.
Relações familiares muitas vezes comprometidas com conflitos, dificuldade em assunção e adjudicação de funções de pai, mãe e filho, problemas em compatibilizar trabalho, lazer e vida familiar e questões sociais graves referentes a moradia, trabalho, saneamento,lazer e cultura, são individualizadas nos adultos através de patologias como ansiedades, medos, depressões, crises de pânico e insônia, com a proposta de serem controladas através de medicações psicoativas ao invés de luta pelos direitos básicos do homem.
Em relação educação, as vítimas da patologização de questões sociais comunitárias são as crianças e os adolescentes?
Salas de aulas lotadas, escolas com instalações em condições precárias, professores sem a devida valorização e motivação. Politicas educacionais voltadas a produtividade e massificação no lugar de uma pedagogia libertadora são questões reduzidas a patologias individuais denominadas como problemas de aprendizagem.
Pseudodoenças como "Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade" ou "Dislexia", com prevalência de até 15% da população estudantil, passível de tratamento medicamentoso, mesmo na mais tenra idade e nos primeiros anos de escola.
Quem ganha com isso?
Precisamos discutir políticas públicas na área de educação, reinvidincar ensino público de qualidade e não setenciar nossos filhos com diagnósticos e prognósticos, vamos garantir a singularidade de nossas crianças e adolescentes, para que tenham um futuro de sucesso e uma vida criativa.
Pais, profissionais de saúde e educação, conselhos profissionais, sindicatos, políticos, vários movimentos populares e pessoas físicas estão preocupados com esta situação, organizados no Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade, participe também.
Você pode conseguir maiores informações no site do CRPSP abaixo;
http://www.crpsp.org.br/portal/boletim/
Aproveite para assinar o Manifesto de Lançamento do "Fórum sobre a Medicalização da Educação e da Sociedade".
Para aprofundar a discussão leia:
Medicalização de Crianças e Adolescentes "conflitos silenciados pela redução de questões sociais a doenças de indivíduos" Conselho Regional de Psicologia SP - Editora Casa do Psicólogo
sábado, 29 de janeiro de 2011
MEDICINA TRADICIONAL CHINESA NA SAÚDE PÚBLICA
A Medicina Tradicional Chinesa (MTC) avança cada vez mais no Brasil, devido aos resultados experimentados pelos seus usuários. A repercussão do sucesso dos tratamentos de Acupuntura, Fitoterapia, Dietoterapia, Radiestesia, Práticas Corporais e outras terapias e técnicas que foram sendo agregadas, formando um arsenal terapêutico poderoso e de incalculável capacidade curativa, preventiva e de promoção a saúde.
Tal repercussão atinge a grande mídia, entre outras incersões, até na novela do horário nobre da tv globo, mostrando uma profissional Fisioterapeuta Acupunturista, acompanhando uma protagonista da novela, explicando as bases da Acupuntura Energética e os fundamentos da MTC, tais como o equilíbrio energético.
Enquanto isso, a Saúde Pública padece com a falta de profissionais, de insumos e equipamentos públicos.
É necessário ampliar os horizontes da política pública de saúde no Brasil. A Organização Mundial de Saúde, ratifica a Medicina Tradicional Chinesa e recomenda a sua utilização em todo o mundo, infelizmente no serviço público ainda engatinha.
Temos profissionais qualificados para atuar, a necessidade de insumos é infinitamente inferior aos gastos atuais, não são necessários exames laboratoriais e de imagem, não teríamos que construir novas unidades de saúde, a idéia é complementar e não substituir os tratamentos de saúde convencionais atuais, vale lembrar sempre isso, para não despertar paranóias desnecessariamente. Queremos união em função da melhoria na prestação de atendimento público na área da saúde.
Além de diminuir os custos per capita, poderíamos otimizar os recursos já existentes, proporcionando mais saúde principalmente a população carente e que não dispõe de recursos financeiros para procurar os serviços particulares.
Os recursos de saúde sofisticados demoram a chegar aos locais mais pobres do nosso país, porque o poder público demora a se apropriar dessas possibilidades, e a MTC acaba entrando neste rol, embora seja simples e de baixo custo de aplicação, podendo ser implantado sem demora e com pouco investimento.
Vamos aproveitar o momento para avançarmos na divulgação dessas práticas milenares de grande sucesso e de tão bons resultados mundiais alcançados.
Tal repercussão atinge a grande mídia, entre outras incersões, até na novela do horário nobre da tv globo, mostrando uma profissional Fisioterapeuta Acupunturista, acompanhando uma protagonista da novela, explicando as bases da Acupuntura Energética e os fundamentos da MTC, tais como o equilíbrio energético.
Enquanto isso, a Saúde Pública padece com a falta de profissionais, de insumos e equipamentos públicos.
É necessário ampliar os horizontes da política pública de saúde no Brasil. A Organização Mundial de Saúde, ratifica a Medicina Tradicional Chinesa e recomenda a sua utilização em todo o mundo, infelizmente no serviço público ainda engatinha.
Temos profissionais qualificados para atuar, a necessidade de insumos é infinitamente inferior aos gastos atuais, não são necessários exames laboratoriais e de imagem, não teríamos que construir novas unidades de saúde, a idéia é complementar e não substituir os tratamentos de saúde convencionais atuais, vale lembrar sempre isso, para não despertar paranóias desnecessariamente. Queremos união em função da melhoria na prestação de atendimento público na área da saúde.
Além de diminuir os custos per capita, poderíamos otimizar os recursos já existentes, proporcionando mais saúde principalmente a população carente e que não dispõe de recursos financeiros para procurar os serviços particulares.
Os recursos de saúde sofisticados demoram a chegar aos locais mais pobres do nosso país, porque o poder público demora a se apropriar dessas possibilidades, e a MTC acaba entrando neste rol, embora seja simples e de baixo custo de aplicação, podendo ser implantado sem demora e com pouco investimento.
Vamos aproveitar o momento para avançarmos na divulgação dessas práticas milenares de grande sucesso e de tão bons resultados mundiais alcançados.
VALORIZAÇÃO DOS PROFESSORES E EDUCAÇÃO PÚBLICA DE QUALIDADE
Muito se discute a respeito da política de educação no Brasil, porém ouvimos muita demagogia e pouca discussão séria.
Enquanto isso, já estamos na 2ª geração de crianças e adolescentes analfabetos funcionais, muitos sabem escrever (copiar) e não conseguem ler, outros nem isso. Que situação nos encontramos, pois os responsáveis pela política educacional continuam centrando fogo nos professores, culpabilizando-os por esse desastre.
Cobram dos professores que sejam com seus alunos mães afetuosas, pais presentes, psicólogos eficientes, assistentes sociais, terapêutas familiar, distribuidores de uniformes, etc, etc, etc. Dizem que oferecem reciclagem, pós-graduação, ótimos salários e que devem ser cobrados por isso.
Deixam de dizer que a grande maioria faz jornada dupla para melhorar os rendimentos, que muitos estão adoecendo pela baixa condição de trabalho, e que por serem a priori culpados, são cobrados por todos e não podem cobrar ninguém.
Com todas estas atribuições quando poderão exercer seu papel de professor?
A quem recorrer em caso de dúvida, de necessitar uma assessoria?
Com quem contar?
Existe a necessidade de em 1º lugar definir claramente os papéis dos diversos atores na aprendizagem.
Quanto mais claro melhor, por que assim saberemos quem realmente está falhando.
Qual é a função do Governo, e a da Secretaria, do Diretor, do Coordenador, dos Pais, dos Alunos. Se soubermos, não ficaremos apenas cobrando os professores.
Em 2º teremos que ter em cada escola uma equipe de apoio aos professores, composta minimamente por um psicopedagogo e um psicólogo escolar, quem sabe um assistente social ou sociólogo.
3º que o professor deixe de ser solitário em sala de aula, e se sinta parte de uma equipe de educadores que facilite sua prática diária.
E em 4º lugar limitar o número de alunos em sala de aula, para que o professor possa criar condições de ter um relacionamento singular com seus alunos e lidar com as dificuldades inerentes ao processo de aprendizagem, ser um facilitador da inclusão e não uma vítima.
Dessa maneira poderemos começar a revolução da escola pública, mesmo assim teremos que pensar no contigente das gerações passadas, que quanto mais retardarmos essa mudança, maior será seu número.
Vamos dar voz aos professores, vamos construir uma educação democrática e inclusiva.
Valorizando e respeitando o Professor construiremos uma política pública educacional de verdade sem demagogia e politicagem
Enquanto isso, já estamos na 2ª geração de crianças e adolescentes analfabetos funcionais, muitos sabem escrever (copiar) e não conseguem ler, outros nem isso. Que situação nos encontramos, pois os responsáveis pela política educacional continuam centrando fogo nos professores, culpabilizando-os por esse desastre.
Cobram dos professores que sejam com seus alunos mães afetuosas, pais presentes, psicólogos eficientes, assistentes sociais, terapêutas familiar, distribuidores de uniformes, etc, etc, etc. Dizem que oferecem reciclagem, pós-graduação, ótimos salários e que devem ser cobrados por isso.
Deixam de dizer que a grande maioria faz jornada dupla para melhorar os rendimentos, que muitos estão adoecendo pela baixa condição de trabalho, e que por serem a priori culpados, são cobrados por todos e não podem cobrar ninguém.
Com todas estas atribuições quando poderão exercer seu papel de professor?
A quem recorrer em caso de dúvida, de necessitar uma assessoria?
Com quem contar?
Existe a necessidade de em 1º lugar definir claramente os papéis dos diversos atores na aprendizagem.
Quanto mais claro melhor, por que assim saberemos quem realmente está falhando.
Qual é a função do Governo, e a da Secretaria, do Diretor, do Coordenador, dos Pais, dos Alunos. Se soubermos, não ficaremos apenas cobrando os professores.
Em 2º teremos que ter em cada escola uma equipe de apoio aos professores, composta minimamente por um psicopedagogo e um psicólogo escolar, quem sabe um assistente social ou sociólogo.
3º que o professor deixe de ser solitário em sala de aula, e se sinta parte de uma equipe de educadores que facilite sua prática diária.
E em 4º lugar limitar o número de alunos em sala de aula, para que o professor possa criar condições de ter um relacionamento singular com seus alunos e lidar com as dificuldades inerentes ao processo de aprendizagem, ser um facilitador da inclusão e não uma vítima.
Dessa maneira poderemos começar a revolução da escola pública, mesmo assim teremos que pensar no contigente das gerações passadas, que quanto mais retardarmos essa mudança, maior será seu número.
Vamos dar voz aos professores, vamos construir uma educação democrática e inclusiva.
Valorizando e respeitando o Professor construiremos uma política pública educacional de verdade sem demagogia e politicagem
Assinar:
Postagens (Atom)